O barato custa caro! Pirataria só favorece o crime

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A repressão, punição, apreensões são medidas usadas para coibir

a pirataria no Brasil. Constantemente é noticiada a prisão de pessoas

comercializando produtos piratas como; roupas, perfumes, CDs, medicamentos

ou ainda uso de forma indevida ou sem autorização de uma marca ou

reprodução de livros e filmes. A polícia, comitês e conselhos antipirataria

estão intensificando as buscas e apreensões a cada ano, além de realizarem

diversas campanhas de conscientização quanto aos prejuízos causados por

produtos pirateados.

Segundo pesquisa feita pelo Instituto Kazuo, de São Paulo, uma fatia de

75% da população brasileira admite consumir algum tipo de produto falsificado.

Essa grande maioria, espalhada por todas as classes sociais, reconhece o

mal que isso causa ao País, mas não se sente responsável porque não vê o

seu "pequeno" ato contribuindo para um crime. Neste sentido não ponderando

sobre as conseqüências da infração que está embutida no ato, como a

sonegação de impostos, financiamento do trafico de drogas, aumento da

marginalidade e a falência de empresas e ainda lesões que podem ser geradas

no uso de um produto pirateado.

O Empreendedor deve ficar atendo a essas práticas para salvaguardar o

seu patrimônio. A melhor maneira e buscar recursos e formas junto aos

escritórios de Propriedade Intelectual com agentes habilitados. As Associações

Empresariais de Santa Catarina possui dentro de sua cartela e soluções o

Programa de Proteção Intelectual (Printe).

Publicada em 08/10/2012

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